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Que tipo de pessoa é você?

Post muito atrasado! Domingo corrido com um monte de tarefas, nem parece final de semana! Como estamos nos últimos minutos do segundo tempo, vou fazer um post bem curtinho. Um aplicativo chamado Zomato, que funciona como um sistema de buscas de restaurantes e lanchonetes, criou uma campanha divertida sobre os dois tipos de pessoas que existem no mundo. Veja:
















Eai, que tipo de pessoa é você?

Stéfanie Medeiros.


Fonte: Hypeness

Quem sabe um dia! ♥

A dica literária de hoje é Quem sabe um dia, da autora Lauren Graham. Isso mesmo! A eterna Lorelai Gilmore, da série Gilmore Girls. ♥ 

O livro conta a história da jovem atriz Franny Banks, que luta para sobreviver, e não enlouquecer, em Nova York. É janeiro de 1995 e restam apenas seis meses do prazo de três anos que Franny estipulou a si mesma ao se mudar para a cidade. O sonho dela é trabalhar na Broadway e interpretar personagens importantes, mas tudo que conseguiu até agora foi um comercial de suéteres de Natal (horríveis por sinal) e um emprego como garçonete com um chefe pentelho. Caso não consiga alcançar o seu objetivo até a data final, ela parte para o plano B, que seria voltar para a casa e se casar com o ex-namorado.

Mas ela ainda não está pronta para desistir do sonho de ter uma carreira como a de seus ídolos Diane Keaton e Meryl Streep. Ainda não! Enquanto isso, ficaria feliz em arranjar uma fala em qualquer produção. Tudo depende de uma apresentação do curso de teatro, em que finalmente terá a oportunidade de estar cara a cara com profissionais capazes de enfim mudar seu futuro. E não para por aí. Além de ter que lutar contra o tempo, Franny tem que lidar com a sua desastrosa conta bancária, domar o seu cabelo e brigar com as suas indesejáveis calorias (as dietas dela são as mais engraçadas). 

A história também conta com Jane, sua melhor amiga, e Dan, aspirante a roteirista de ficção científica. Ambos, dividem o apartamento com ela. Também tem uma distração chamada James Franklin, o ator mais bem-sucedido de seu curso de teatro, além do pais mais fofo do universo. 


Adorei a história. Acho que todas vão se identificar em alguma parte com a Franny. Destaque para o pai, sua amiga Jane e o fofo do Dan. Mas como nem tudo são flores, esperava mais do desfecho. Mas nem todo final é como a gente imagina e isso não é ruim. ;-)

Ah! Para quem morre de saudade da série Gilmore Girls, o livro é uma ótima pedida. Como na época, eu sempre lia matérias sobre os atores, deu para sacar que a história foi inspirada na vida da Lauren. Acho que se o livro virasse filme (tomara!!), com certeza a Lauren teria que interpretar a Franny. Ou quem sabe, a Alexis Bledel, que interpretou a Rory Gilmore. 

Enfim... Se você está procurando uma leitura leve, divertida e que a ensine de alguma forma, Quem sabe um dia é a escolha certa. É o tipo de livro que renova as nossas esperanças, dá um gás nos nossos sonhos e faz a gente rir muito. Sem falar, que ensina que nem sempre tudo acontece na hora que a gente quer, mas uma hora acontece. ♥

Um beijo e bom sábado (e boa leitura),
Carol Daixum. 

Unhas cinematográficas!

Vocês se lembram que eu falei nessa postagem aqui sobre unhas literárias? Eu fiquei impressionada com a qualidade e habilidade das pessoas com nail art. Vi muitas coisas interessantes e me veio a ideia de procurar por trabalhos relacionados a filmes. Acabei achando muita coisa bacana! Confiram!


Quem não ama Monstros S.A.? Impossível não adorar esse filme e quase chorar no final! Eu adorei as unhas, todas estão fofas e muito bem feitas, mas essa última foto se supera! A Boo está super fofa, até as anteninhas estão impecáveis! E como será que foi feita essa pelagem representando o Sullivan?! Quero descobrir e fazer igual!


Up! Altas aventuras é outro filme amor total, que dá vontade de chorar horrores e que ainda assim te arranca um milhão de risadas! Eu achei a segunda foto a mais bem feita, mas confesso que essa última me impressionou. Se vocês perceberem a unha foi cortada no formato da casa! Imagine o trabalho que isso não deve ter dado, alem da pintura!


O Rei Leão é o queridinho que não podia faltar. Quem nunca chorou na hora que o pai do Simba morre que atire a primeira pedra! As artes que encontrei não foram nada espetaculares, mas eu confesso que fiquei encantada com a terceira foto, que tem o desenho do Simba bebê.


Eu tenho a impressão que fico me repetindo sobre choradeira nesses filmes! Mas eu escolhi nail arts só de animações que (só percebi agora) quase me fizeram chorar! Mas Procurando Nemo é clássico e continue a nadar! Continue a nadar!


Essas unhas não são tão diferentes assim (apesar de que eu falo isso comparando com os outros trabalhos, porque eu jamais seria capaz de fazer algo “simples” assim), mas as artes de Lilo & Stitch mereceram estar aqui porque fui conquistada em: Ohana quer dizer família!


Não preciso dizer nada sobre os minions que roubaram a cena em Meu Malvado Favorito. Sucesso mundial, amor total! Simples assim! Agora é esperar pelo filme deles!


Wall-e é outro filme amorzinho! Eu só achei que ficou faltando desenhar a baratinha, não achei nenhuma arte com ela! rs!

E vocês, o que acharam desses trabalhos?

Dudi Kobayashi

O Grande Gatsby é F. Scott Fitzgerald


Sabe o amor à primeira vista? Então, passei por isso em setembro do ano passado. Eu olhei para ele e ele olhou para mim. Ele era tão lindo que tudo o que eu pensei na hora foi que ele precisava ser meu. Eu queria levá-lo para casa. E foi o que eu fiz: Comprei a edição de luxo do livro O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, da editora Geração. Para começar, ele é de capa dura e eu acho a coisa mais bonita do mundo livros assim. Além disso, ele tem duas capas, uma com o pôster do filme com o Leonardo DiCaprio e que você pode tirar, e outra com a original toda desenhada e trabalhada. Fora que custou R$ 17! Olha que coisa rara!

Capa removível com o poster do filme

O Grande Gatsby é um dos romances mais famosos do mundo. As escolas de ensino médio americanas têm ele como leitura obrigatória, assim como a gente tem Machado de Assis e seu Dom Casmurro. O livro em questão tem muito do seu autor. Dizem que Gatsby é ninguém menos do que Fitzgerald. O prefácio de Ruy Castro, escritor e biógrafo, nos insere no universo que o autor vivia nos loucos anos 1920, nos ajuda a entender o ambiente de luxo regado a álcool e a futilidade que ele frequentava e ainda a compreender a sua personalidade efervescente e às vezes um pouco problemática e com tendência a espetáculos e exageros.

O enredo passa nos anos 1920, quando o mundo (Principalmente os Estados Unidos) vivia uma economia em expansão e muitos ricos surgiram. Nick Carraway, um rapaz comum, vai para Nova York com o sonho de trabalhar em Wall Street. Ele se muda para uma casinha modesta na fictícia região de West Egg, onde se torna vizinho do misterioso e milionário Jay Gastby.

Capa da edição original da editora

Gastby todos os finais de semana dá festas escandalosamente maravilhosas e animadas cheia de pessoas influentes e famosas. Tudo isso para chamar a atenção de Daisy, prima de Nick, casada com Tom Buchanan e sua paixão da juventude. Mas nesse mundo recheado de extravagâncias, nada é o que parece. Todos têm segredos, ambiguidade e ações pouco honrosas.

O Grande Gatsby é narrado por Nick Carraway, que participa de todas as ações do livro, mas em momento algum é parte importante dos acontecimentos. É quase como se fosse apenas um mero observador. A linguagem, apesar de ser do início do século passado, não é rebuscada e nem cansativa. Eu tinha um pouco de receio de encontrar uma obra com uma história legal, só que chata de ler. Não foi o que aconteceu.

Ele por dentro com diagramação toda linda

A descrição dos lugares é quase como se estivéssemos lá. A reação e expressão das pessoas é tão detalhada que conseguimos enxergar na imaginação os personagens de forma muito clara. Quando Nick vê pela primeira vez Gatsby, o modo como explica o sorriso do novo amigo é de uma sensibilidade incrível. 

Eu amei Gatsby e fiquei muito triste por ser um homem obsessivo, perturbado por um amor não consumado e que não teve nem uma vida e nem um fim que merecesse. Daisy é uma vaca. Esse é o melhor adjetivo que posso dar a ela. Acho que ela não é essa coisa toda que todo mundo achava, mas ela tem, sim, certo encanto. Na verdade, Daisy é um retrato da mulher de sociedade daquela época: fútil, oprimida por homens, sem objetivo na vida e mimada. Tom é grosseiro, fascista e machista. Preciso explicitar mais o meu desgosto por ele? E Nick é meio perdido na vida, sendo levado pelas pessoas de um lado para o outro sem que ninguém aceite a sua opinião.


Scott e Zelda

O Grande Gatsby é um livro excelente que apesar de fictício é uma reflexo da época em que foi escrito. Dizem até que Fitzgerald pensava no futuro quando escreveu a obra para mostrar para nós como era o período em que viveu.

Recomendo.

Teca Machado

Músicas que embalam nossa imaginação

Que atirem a primeira pedra quem nunca cantarolou músicas dos filmes e dos desenhos que assistia quando eram crianças!

É gente, os contos infantis mexem com a gente muito mais que imaginamos! Cada tema de nossas vidas é protagonizado por uma música do momento, que nos faz lembrar cenas específicas, reviver o passado e “nostalgiar” com nossas memórias criativas.

A febre do momento da criançada é o filme Frozen! 



L.I.N.D.O, divertido e encantador, o longa ganhou o coração das meninas do mundo inteiro e embalou o coração dançante de todo mundo! É uma onda de “Let it go”/ “Livre estou” por onde andamos.

Nesse último mês me surpreendi com uma família muito divertida, que se interagiam animadamente com a música. Eu me lembrei dos meus tempos de infância, quando o meu pai cantava enlouquecidamente comigo e com a minha irmã as músicas da “A Pequena Sereia”.



Por isso, resolvi dividir com vocês alguns vídeos divertidos e trilhas sonoras que realmente fizeram a diferença em minha vida na infância e até nos momentos atuais!!!

Beije a Moça - A Pequena Sereia


Irmão Urso - Vou seguindo o meu caminho


Hakuna Matata - O Rei Leão


Amigo estou aqui - Toy Story


O Mundo Ideal - Aladdin


Sentimentos são - A Bela e a Fera


Se você gostou e tem sugestões de músicas que te enlouqueciam na infância, deixe aqui seu comentário para gente poder lembrar também!

Beijos!

Camila Almeida Gomes

"Mother Book": o diário de uma gravidez em 3D!


A gestação é um momento de espera repleto de curiosidades e transformações. Pensando nisso, a empresa Kishokai, uma rede de serviços médicos de obstetrícia no Japão, encomendou um presente especial para os futuros pais: o tridimensional "Mother Book". Um projeto que acaba de vencer o Grand Prix na categoria "Saúde e Bem-Estar" do primeiro Cannes Health Lions Festival.  

(Fotografia: Dentsu/Kishokai/Reprodução - "Mother Book")
"Mother Book" é o "primeiro livro no mundo que cresce junto com as mães". Ele consiste em 40 páginas - que correspondem às semanas do período de uma gestação - e oferece aos pais esperançosos uma representação visual do desenvolvimento da criança e das mudanças pelas quais o corpo feminino irá passar nesse período. Um trabalho delicado e elegante instalado no interior de uma base de madeira. 

(Fotografia: Dentsu/Kishokai/Reprodução - "Mother Book")
Conforme as semanas avançam, a página do lado direito cresce de tamanho - expandindo lentamente como a barriga e os seios de uma gestante. O design de cada folha auxilia as futuras mamães a compreenderem o estágio atual em que seu bebê está naquela semana e guiam a trajetória com frases como: "1ª semana: uma nova vida começa", "26ª semana: o bebê agora pode saborear a comida que a mãe consome" até "40ª semana: o bebê está pronto para fazer a jornada de conhecer sua mãe!".  

(Fotografia:  Dentsu/Kishokai/Reprodução - "Mother Book")
(Fotografia:  Dentsu/Kishokai/Reprodução - "Mother Book")
(Fotografia:  Dentsu/Kishokai/Reprodução - "Mother Book")
Outro ponto interessante é que os espaços em branco permitem que o livro também possa ser utilizado como uma espécie de diário. Nele, os pais podem transcrever para o papel seus sentimentos e pensamentos naquele período e, quem sabe, a obra pode se tornar um presente para seus filhos no futuro. Uma coleção pessoal de memórias para celebrar esses especiais nove meses. No entanto, ainda não há previsão se o livro estará disponível no mercado ou se permanecerá apenas como produto promocional da empresa japonesa. 

Ficou curioso? Então, é só clicar no vídeo abaixo e conferir a evolução completa da gestação por meio das páginas de "Mother Book".



Emily Antonetti

Vamos curtir a trilha sonora de “O Doador de Memórias”?

Estou na expectativa para assisti o filme “O Doador de Memórias”, adaptação do best-seller “O Doador” de Lois Lowry. Li o livro esse fim de semana e posso dizer que adorei. Ele é daqueles livros que você lê rapidamente e se envolve bastante, uma vez que a narrativa é bem amarrada e flui perfeitamente. A distopia que a Lois Lowry constrói é dura e cheia de ideias e fundamentos tão reais que chegam a assustar um pouco, já que não seria muito difícil de aquilo acontecer realmente.



Para quem não conhece, o livro conta a história de um mundo perfeito, no qual todos são felizes. Quando Jonas faz 12 anos, é escolhido para ser o Receptor de Memórias da comunidade. Ele entra em treinamento com um velho homem, a quem chamam O Doador. Do Doador, Jonas aprende sobre dor, tristeza, guerra e todas as verdades infelizes do mundo “real”, percebendo rapidamente que a comunidade vive em falsidade. Confrontado com a realidade, Jonas enfrenta escolhas difíceis sobre sua própria vida e seu futuro.

Mas o que eu quero destacar hoje é a trilha sonora. Apesar de não ter visto o filme ainda, já adorei as músicas! Sabe aquele filme que faz você sair do cinema com vontade de correr pro Google e pesquisar quais bandas estão na trilha sonora? O Doador de Memórias é assim. A trilha do filme conta com grandes nomes da música mundial que nós amamos desde sempre: One Republic, Capital Cities, Tori Kelly, Jake Bugg e Bruno Major. Confira algumas:

Ordinary Human – OneRepublic

“Ordinary Human” é uma faixa original, feita exclusivamente para o longa. Foi lançada junto com a trilha sonora oficial do filme, no início de agosto.



One Minute More – Capital Cities

“One Minute More” é uma canção escrita e produzida pelos membros do Capital Cities. Foi lançada primeiramente como single em 2011, e também está presente no seu álbum de estreia.



Silent – Tori Kelly

“Silent” é uma canção original feita para o longa. Em julho, a cantora divulgou um vídeo acústico da música.



Children – Bruno Major

“Children” é outra canção original feita para o longa. Ela é perfeita para aquela tarde de preguiça!



Trilha completa:

1. Ordinary Human – OneRepublic
2. One Minute More – Capital Cities
3. Silent – Tori Kelly
4. Feel What’s Good – Jake Bugg
5. Children – Bruno Major
6. Whole – Rixton
7. Here Today – Aloe Blacc
8. Shine My Way – Sheppard
9. Difference Maker – NEEDTOBREATHE
10. I Lived – OneRepublic

Larissa Klein

Blogger Template Mais Template - Author: Papo De Garota