Eu duvido muito que você nunca tenha tirado uma selfie na vida. E se elas são o creme do verão, você acha que nossas princesas Disney iam ficar de fora? Jamais!
A artista italiana Simona Bonafini criou a série Selfie Fables, onde os personagens que tanto amamos resolveram aderir à modernidade das fotos egocêntricas. O melhor são os comentários embaixo das fotos.
A dica de hoje é para os apaixonados por histórias com magias, lutas, príncipes, princesas e contos de fadas!
É sobre a série americana Once Upon a Time, título em português “Era uma vez”. Nessa deliciosa trama, você mergulha nos contos mais conhecidos, como Branca de Neve, Peter Pan, A Bela e a Fera, Pinóquio, Rumpelstilsequim, João e Maria, A Bela Adormecida, O Pequeno Polegar, Rapunzel, Alice no País das Maravilhas entre outras figurinhas que nos encantam tanto.
Dos criados de Lost e Revenge, Once Upon a Time chega metendo o pé na porta do suspense e mistério. São 4 temporadas, com 22 episódios cada que nos fazem roer as unhas de curiosidade e não piscar os olhos para não perder nenhum detalhe!
É minha gente, só perdi o folego assim assistindo ao amado Harry Potter. Me surpreendo em cada história entrelaçada.
Tudo começa quando a Rainha Má, com ódio da Branca de Neve, joga uma maldição sobre a Terra Encantada, prendendo todos os personagens dos contos de fadas na fictícia cidade Storybrooke, no Maine. Acontece que eles perderam a memória e não sabem sua origem, acreditam ser cidadãos comuns, vivendo suas vidas normalmente na pequena e pacata cidade.
A Rainha Má é nada mais nada menos do que a Prefeita e manda em tudo e em todos. A Branca de Neve é uma professora do primário e o príncipe é casado com outra pessoa, ou seja, o amor verdadeiro sequer existe na cabeça deles!
Só que toda maldição pode ser quebrada e a solução dela tem nome e sobrenome: Emma Swan. No dia em que completou 28 anos foi surpreendida por um garotinho na porta de sua casa, em Boston. Ele dizia ser seu filho, abandonado para adoção anos atrás. Emma, sem saber o que fazer, resolve levar o menino até sua residência, em Storybrooke.
No caminho, o pequeno Henry explica que ela é a única pessoa que pode quebrar o encanto da maldição e restaurar as memórias dos personagens perdidos, pois ela é a filha da Branca de Neve, que foi salva antes da maldição tomar conta da Terra Encantada.
Auxiliada por seu filho Henry, que tem um livro de contos de fadas que detém a chave para acabar com a maldição, Emma precisará vencer seus medos de uma vez por todas e lutar contra as forças das trevas.
Cada episódio foca em uma história por trás de um personagem. Um segmento de detalhes da vida no mundo de conto de fadas que, quando revelados, acrescenta uma peça ao quebra-cabeça sobre os personagens e sua conexão com os eventos que precederam a maldição e suas consequências.
Um verdadeiro estouro de imaginação e roteiro impecável. Realmente estou deslumbrada com cada acontecimento dessa série. Ainda não assisti todas, mas indico ver no Netflix (tem até a 3ª temporada lá).
Dica Literária
Então, minhas leitoras vorazes, vocês acham que essa série fantástica não teria um livro para nos fazer voar nessa imaginação by Chapeleiro Maluco?
Pois é, a série Once Upon a Time é tão magnífica que ganhou um livro! Este que pode ser primeiro de uma série, escrito por Odette Beane leva o título de “Reawakened” e é baseado na primeira temporada da série e tem a promessa de levar aos fãs uma visão totalmente diferente de seus personagens favoritos. O livro é narrado por dois personagens, Emma e Branca, sendo Emma a narradora dos acontecimentos no mundo real e Branca a narradora na terra encantada.
Prepare sua pipoca, seu refrigerante, se esparrame no sofá e assista as temporadas dessa série, garanto emoções fortes e encantamento com a inteligência do seriado!!
Ah.. separei aqui o trailer legendado da primeira temporada!! É ou não é misterioso?
Você já imaginou viajar para "Nárnia", andar pelas ruas de "Porto Real" ou explorar a sombria região de "Mordor" na "Terra Média"? Os locais em que as nossas histórias preferidas ocorrem costumam ultrapassar as páginas dos livros ou as cenas dos filmes e ganham morada cativa em nossa imaginação. Ansiamos por ver esses lugares e/ou vivenciar algo semelhante às experiências dos nossos personagens favoritos. Aliás, alguns desses lugares são tão bem construídos por seus criadores que chegamos a esquecer que eles não existem. Mas, só porque um lugar não é "real" não significa que você não possa ir lá na vida real.
Pensando em dar aos fãs das artes uma experiência digna da ficção, o site de viagens Just The Flight - no Reino Unido - reuniu especialistas na área de turismo para criar um infográfico apresentando "50 destinos fictícios que você realmente pode visitar". A inspiração para montar o roteiro de viagens extraordinário surgiu dos livros, do cinema, do rádio, do videogame, da TV, dos quadrinhos e, até mesmo, da mitologia. Já que os lugares fantásticos, belos e, até mesmo, estranhos da ficção muitas vezes são destinos baseados em cidades reais ou em experiências de vida de seu criador e sua imaginação fértil.
Planejar o próximo voo nunca foi tão empolgante para os apreciadores desse universo cultural. Se "Gotham City" é "Nova York pela noite" para o Batman e suas perseguições alucinantes, "Metrópolis" é "Nova York de dia" para Clark Kent e sua super identidade. Mas, se é o retorno aos prazeres mais simples que lhe agrada, vale a pena conhecer Ashdown Forest, a inspiração por trás de "Hundred Acre Wood", recanto de longas tardes ensolaradas de Ursinho Pooh. Para os amantes da Disney, o reino gelado de "Frozen" é outra boa pedida. As montanhas íngremes com picos cobertos de neve de The Nærøyfjord, na Noruega, prometem encantar os olhos dos visitantes de "Arendelle".
Aqueles que querem reencenar partes crucias de "Forrest Gump" podem visitar Varnville, na Carolina do Sul, onde a maioria das cenas da cidade imaginária de "Greenbow" foram produzidas. Enquanto os apaixonados pelo universo de George Lucas podem desbravar "Mos Eisley", local da base espacial no desértico planeta "Tatooine", de "Star Wars", por meio de uma visita à Djerba, na Tunísia.
Os jogadores não foram esquecidos nessa caça ao tesouro da ficção. As ruínas de Centralia, uma cidade fantasma consumida por um incêndio em uma mina subterrânea, na Pensilvânia, são a inspiração para a cidade de "Silent Hill". Da mesma maneira em que o apocalipse zumbi que destruiu "Raccoon City", em "Resident Evil", pode ser localizada em Boulder, no Colorado, sem o T-Vírus.
Os fãs de fantasia podem se maravilhar com as paisagem exuberantes da deslumbrante ilha havaiana Kaua'i, cenário para "Pandora", o planeta que James Cameron criou para "Avatar". A ilha também é o principal local para a gravação de "Jurassic Park" de Steven Spielberg. No entanto, é preciso um alerta: se você resolver ir visitar o famoso local no Havaí não fique desapontado por não existirem um monte de dinossauros e seres azuis aguardando para lhe receber por lá! Talvez, se você for correndo ainda consiga espiar algo da gravação de "Jurassic World" nas redondezas da ilha "Nublar".
Curtiu a ideia? Confira o infográfico abaixo e, depois, conte para o Meg's qual é o seu destino imaginário favorito. Já conheceu algum desses locais? Prepare o roteiro da imaginação e boa viagem!
Como todos sabem as meninas que compõem o Meg’s Army Book Club são loucasss por livros. Nós lemos por prazer, por conhecimento, por paixão, por luxuria. Lemos porque somos maníacas por Livros!
E algumas das frases que definem nossa paixão/obsessão são:
Esse é o mal que todas nós sofremos!! SQN!
No nosso grupo temos sorte de ter os mesmo gostos!!
Nós temos níveis dessa 'doença' no grupo! Hahaha
E como!! Haja dinheiro para manter nosso vicio!
Não nunca temos livros SUFICIENTE!!
Quando estamos em grupo então!!
Também acho, eu irei gostar!!
Aham... Esse vai em especial para Dudi que tem uns 200 livros para ler na fila
Este post, mais do que todos os outros, é bastante importante para mim. Esta semana, no geral, é importante. Isto porque na quinta-feira, dia 23 de outubro, vai ser o lançamento oficial do meu primeiro livro!
O nome da obra é “Borboletas infinitas de coração imperfeito”, publicado pela editora Carlini e Caniato/ Tanta Tinta. O lançamento vai ser na Casa Barão de Melgaço, sede da Academia Mato-Grossense de Letras e Instituto Histórico de Mato Grosso. Estão todos convidados para o coquetel! (Sério, a festa é aberta ao público. Quem tiver interesse, será mais que bem-vindo!).
Os livros vão ser vendidos no lançamento e, se você quiser, poderei assinar pra você. O coquetel começa às 19h30. É um evento bem informal, mas a vista é espetacular. Se você ainda não conhece a Casa Barão de Melgaço, então sugiro que faça uma visita. Os prédios anexos estão sendo todos pintados com uma ‘chuva de letras’, pelos artistas Babu 78 e Amarelo. Está lindo. Sem contar que o Casarão histórico, por si só, já é maravilhoso. Quem for também poderá conferir a exposição fixa do fotógrafo cuiabano Rai Reis na galeria.
Sobre o livro: O “Borboletas infinitas de coração imperfeito” é um livro de poesias. Algumas são de quando eu tinha 16 anos, outras são deste ano. Ou seja, é uma reunião do que eu fiz nesta “área” desde que comecei a me interessar na produção literária. A capa foi feita pelo artista Marcelo Cabral. O prefácio ficou por conta do presidente da Academia Mato-Grossense de Letras, Eduardo Mahon.
Pode ler aqui mesmo:
Prefácio
Se “algumas pessoas não morrem, simplesmente não nascem”, como diz a autora, a palavra que se furta é tão importante como a revelada. Poesia é assim: várias camadas de sentido, como uma cebola que faz chorar. Quanto mais cascas e versos o leitor ultrapassa, mais percebe o amor e a aflição do poeta. A autora é jovem e, como qualquer jovem, acalenta conflito. Que bom ser assim. Não fosse o desconforto, o sufocamento íntimo, o que seria da literatura?
Pretendo compartilhar minhas impressões iniciais com o texto. Fiquei particularmente impressionado com o “Coração de Pepita”: é precioso, indiferente e, por isso, as verdades distorcidas fazem-no parar de bater. Triste. Triste e verdadeiro. A autora sofre calada, observando. Como diz outra composição: “civilidade e cortesia, por que são tristes?”. Ela vive deslocada, inquieta, desconcertada. É o que a palavra não diz. Mas a mudez acaba gritando.
Mesmo jovem, já aprendeu a autora o óbvio da vida, da arte, da poesia. O óbvio difícil e impenetrável a quem não escreve: “felicidade é suportar tristeza, aceitar que ela existe, aceitar que se é triste”. É que não há companhia na trilha solitária da literatura. Somos multidões de solitários. São marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, todos os erros e acertos computados exclusivamente ao autor. O que dá medo aos outros também assombra o poeta: expor-se.
Aí está a diferença entre todos que amam, que choram, que sonham e os poetas: a coragem da exposição, da publicidade, do salto no vazio. Preciso me congratular com a autora Stéfanie Medeiros. Ela deu o salto. O primeiro salto. Há pressa nela, pressa de liberdade, de amor, de compreensão e de grandeza: “o futuro nos espera, só não podemos esperar por ele”. Por enquanto, resta um convite. Um convite não, um desafio. E quem colocou a faca no peito foi a própria autora: “e enfim uma página em branco, para o que ainda está por vir”. Veremos, então.
Eduardo Mahon
Presidente da Academia Mato-Grossense de Letras
Então, espero todos lá! Para ficar mais fácil de lembrar, aqui está o convite!
A dica do dia é a trilha sonora do filme Mesmo Se Nada Der Certo. A história é bem bacana (no final do post tem o trailer) e as músicas são românticas, cura fossa e por aí vai. Para baixar todinha, ou pelo menos quase todas. Principalmente, as músicas que o Adam Levine e a Keira Knightley (que são do elenco) cantam. Pensando nisso, eu fiz uma das seleções que eu não paro de escutar. Então, Youtube aberto e aperta o play ai gente! ;-)
Uma parte da trilha sonora do filme
Mesmo Se Nada Der Certo
♥
1. Step You Can't Take Back - Keira Knightley
2. Lost Stars - Versão da Keira Knightley e do Adam Levine
3. Like a Fool - Keira Knightley
4. No One Else Like You - Adam Levine
5. Higher Place - Adam Levine
6. Tell Me If You Wanna Go Home - Keira Knightley
7. Coming Up Roses - Keira Knightley
Então, se você está a toa em casa neste fim de semana, corre para o cine (e depois baixe todas as músicas). A gente sai da sala leve, feliz e com uma sensação boa. Sem falar que tem o Adam Levine no elenco (com uma barba ridícula, mas a gente ignora essa parte hahaha). ♥ Para dar um gostinho de "quero assistir agora", segue o trailer. Aqui no Rio, ainda está passando no Rio Design Barra e no New York City Center. ;-)
O cenário principal do filme é a música. E vamos combinar, quem não gosta? Teve uma cena, que eu não sei se eu entendi direito, mas diz que nesses filmes as trilhas sonoras dão um toque a mais nas cenas, que de repente não teriam tanta importância se não fosse a música de fundo. A mesma coisa serve para o nosso dia a dia, né? Momentos que poderiam passar sem a menor importância, ficam mais relevantes com uma trilha sonora.
A dica de hoje é para os cinéfilos. Assisti ao filme HER e achei simplesmente fantástico! Não só pela história, mas pela moral que o longa trás e os momentos de reflexões posteriores.
A história se passa no auge da modernidade, com equipamentos de tecnologia avançados e a vida solitária dos humanos.
Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. O sistema operacional é uma espécie de SIRI, do Iphone, que tem um comando de voz feminino. Acontece que a voz começa a responder como se fosse uma pessoa de verdade, com sentimentos, anseios e faz até planos.
Como nossa rotina é muito corrida e nos “obriga” a ter uma vida agitada, sem tempo para relacionamentos e também cheios de decepções no currículo, Theodore se apaixona pela voz do programa informático e vê naquele relacionamento virtual, um namoro de verdade.
É uma verdadeira história de amor incomum que explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia. As cenas são hilárias, com momentos dramáticos e também repletos de comédia. Imagina um cara, com um fone no ouvido, conversando sozinho pelas ruas, fazendo passeios românticos e até viagens com casais!
A voz tem possui uma curiosidade enorme sobre o mundo dos humanos, desejando sentir as sensações que o vento proporciona e questiona como é um simples ato de dormir, por exemplo. Encantado pela forma que a voz enxerga o mundo, Theodore percorre diversos lugares (junto com a voz) para tentar passar um pouco do que é o mundo aqui fora.
O relacionamento vai ficando cada vez mais sério, a ponto da voz sentir ciúmes e ainda sugerir pagar para que uma mulher vá até o apartamento de Theodore para concretizar o amor físico dos dois!
Utópico, mas com uma pitada de realidade, o filme relata um futuro não tão distante para nós, que somos fissuradinhos no mundo virtual e acabamos esquecendo de nos comunicar com as pessoas reais.
Vale a pena assistir no final de semana! São algumas horinhas de diversão e aprendizado ao mesmo tempo!
Para facilitar, assista aqui o trailer do filme e prepare sua pipoca!
Sabe a Armada Dumbledore (Dumbledore's Army)? Nós somos as Meg's Army, em homenagem a nossa autora querida Meg Cabot. Milhares de livros, algumas meninas, um clube do livro – mas não um grupo tradicional. Não debatemos um livro a cada reunião, não restringimos a leitura de ninguém. Conversamos sobre tudo o que tempo permite, incluindo outros assuntos como filmes, seriados, coisas aleatórias e fofurinhas que vocês podem esperar ver por aqui também.