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Mais curiosidades do mundo da literatura

Para começar a semana separei 15 curiosidades sobre o mundo da literatura. A Dudi já havia postado algumas que você pode conferir ao clicar aqui. Vamos a elas:

1 - Até hoje, foram produzidos mais de 400 filmes baseados na obra de William Shakespeare.


2- Paulo Coelho é o escritor brasileiro que mais vendeu livros. Os números de exemplares ultrapassam 70 milhões.

3 - A escritora inglesa J.K. Rowling escreveu todos os livros do Harry Potter à mão.



4 - Conforme inventário da UNESCO de traduções de livros, Agatha Christie é a autora mais traduzida em todo o mundo, com 6.598 traduções de seus contos, romances e peças teatrais.

5 - A caligrafia do escritor Machado de Assis era tão ruim que, às vezes, até ele tinha dificuldade de entender o que escrevia.



6 - O mais jovem autor de uma série de livros, best-seller: se vocês estavam pensando em Christopher Paolini, estavam certos. O jovem que publicou o primeiro livro do ciclo da herança aos 15 anos, e que já vendeu mais de 20 milhões de livros, tem seu record oficializado pelo Guinness Book.

7- A pessoa mais velha a publicar seu livro pela primeira vez foi Bertha Wood. A inglesa, teve seu primeiro livro, ar fresco e diversão: A História de uma Colônia de Férias Blackpool publicado em seu 100 º aniversário em 20 de junho de 2005. O livro são memórias, as quais começou escrever aos 90 anos.


8 - Sidney Sheldon foi o único escritor a receber três dos mais cobiçados prêmios da indústria cultura norte-americana: o Oscar (cinema), o Tony (teatro) e o Edgar (literatura de suspense).

9 - O escritor mais traduzido do mundo é o inglês William Shakespeare. Sua obra foi traduzida para mais de 110 idiomas.

10 - Foi com suas últimas economias que o escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez publicou sua obra-prima Cem Anos de Solidão. A primeira tiragem de oito mil exemplares se esgotou em 15 dias. 


11 - Maior livro do mundo (éééééée do Braaasilll): o recorde para o maior livro publicado é uma edição de 'O Pequeno Príncipe' medindo 2,01 m de altura e 3,08 m de largura quando aberto, e contendo 128 páginas. O recorde foi registrado durante a XIII Bienal do Rio de Janeiro, em 2007.

12 - Leiloado por US$ 14,2 milhões (equivalente a R$ 32,6 milhões) em Nova York, o Bay Psalm Book tornou-se o mais caro livro impresso já vendido no mundo.


13 - A maior biblioteca do mundo atualmente é a biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, com mais de 144 milhões de itens diferentes, disponíveis em cerca de 470 idiomas. Acredite se quiser, mas ela possui “só” 32 milhões de livros catalogados.

14 - Nos EUA, a biografia de Millie, a cadela de George Bush pai, faturou 900 mil dólares, enquanto a biografia do próprio ex-presidente rendeu apenas 2700.

15 - Os países que mais consomem livros no mundo são pela ordem: China, Estados Unidos, Japão, Rússia e Alemanha.

E aí, você conhecia algumas dessas curiosidades?

Larissa Klein

Para ler antes de ser adaptado para a TV: "Morte Súbita"

Você é fã de Harry Potter? É provável que sua resposta seja sim. Não sei você, mas geralmente quando gosto muito de um livro, também viro fã do autor. Depois de pesquisar sobre a vida de Joanne Rowling (ou J.K. Rowling, como preferir), assistir documentários e ver filmes baseado nela, aí sim que virei fã de carteirinha.

Se este também é o seu caso, você também já sabe que ela publicou mais dois livros depois da série Harry Potter: “Morte Súbita” e “O chamado do Cuco”, este último com o pseudônimo de Robert Galbraith. Mas você sabia que o “Morte Súbita” vai virar série de TV? o canal HBO (que produziu as séries “Sex and the city” e “Game Of Thrones”), em parceria com a BBC, irá adaptar o romance para uma minissérie de três horas. Rowling será produtora executiva da adaptação. Se você ainda não leu o livro, agora é uma boa hora pra se  deliciar neste “conto de cidade pequena”.

Um aviso: Se você gosta só de finais felizes sem nenhum tipo de tragédia ou “acidez da realidade”, então nem perca seu tempo. Descrito como “um grande romance sobre uma pequena cidade”, a história começa quando Barry Fairbrother, um dos membros do conselho do pequeno município de Pagford, de repente morre.
E então, os cidadãos entram em uma verdadeira “guerra silenciosa” entre si durante o período de eleição para um novo membro. Mas, mais do que isto, o livro é sobre desigualdades sociais. A perfeita Pagford é “assombrada”, figurativamente falando, pelo bairro “Fields”. Nele, as casas não são bonitas, as ruas são mal cuidadas e os moradores, em sua maioria, são dependentes químicos, traficantes, ladrõe e ‘párias sociais’.


Parte do conselho de Pagford quer ajudar Fields, incluí-lo nas políticas públicas e melhorar a qualidade de vida dos moradores. Já outra parte, a mais influente e dominante na pequena cidade, quer simplesmente separar Fields de Pagford, livrando-se de qualquer responsabilidade para com o bairro.


As discrepâncias sociais são retratadas através das famílias, de cada personagem e dramas particulares. Em entrevistas, Joanne Rowling disse que o livro todo gira em torno de uma pergunta: “O que fazer com Krystal Weedon?”. Krystal é uma adolescente de 16 anos, moradora de Fields. Sua mãe é dependente química e as duas estão prestes a perder a guarda de Robb, o irmão de 3 anos de Krystal.


Apesar da temática completamente diferente e do tom extremamente adulto do livro de Rowling, a narrativa continua com a característica peculiar da autora: É agradável, confortável, como se envolvesse o leitor em um abraço. Agora, é esperar o lançamento da minissérie para saber se, na televisão, a trama terá tanta vida quanto no livro.

Stéfanie Medeiros.

P.S.: Essas duas fotos são do meu Instagran, de quando eu estava lendo o livro, em novembro de 2013.

Rotina de pessoas extremamente criativas

Bom dia!

Muitas pessoas que estão lendo ou que até mesmo escrevem neste blog querem ser ou trabalham com a escrita. Muitas querem viver de romances. Não sei vocês, mas um dos meus passatempos preferidos em relação a literatura é pesquisar sobre os autores, saber sobre suas vidas, costumes, rotinas, pensamentos, etc.

Duas coisas interessantes que achei na internet é que muitos deles escrevem em pé. Isso evita dores, cansaço, etc. Alguns dos nomes que usavam escrivaninhas altas são: Thomas Jefferson, Benjamin Disraeli, Charles Dickens, Virginia Woolf, Ernest Hemingway, Vladimir Nabokov e muitos outros. 

Ernest Hemingway

Oscar Hammerstein

Philip Roth

Winston Churchill

A segunda coisa interessante que encontrei foi esta tabela com a rotina de alguns “grandes homens”, não necessariamente escritores. Recomendo que vocês prestem atenção no dia de Balzac. Ele escrevia 12 horas por dia todos os dias! Pra ver a lista completa, cliquem AQUI.



Bom, este foi um post degustação pra ler uma curiosidade no domingo. Aproveitem o último dia do final de semana!


Stéfanie Medeiros
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